Sete
décadas de
Direito.

A história do Prolik Advogados se entrelaça com a da moderna sociedade paranaense. O escritório é protagonista e parceiro de uma trajetória marcada pelo crescimento econômico, social e cultural. Em 4 de outubro de 2016 completa 70 anos de atividades, sem perder a essência de seu fundador. Augusto Prolik somou idealismo e coragem com serviço e inovação. Formou equipes que ajudaram a construir o saber jurídico do país. Embalou essas competências em atendimento humanizado, fazendo de cada cliente um amigo. Bem-vindos à celebração de tantas vitórias!

o que
fazemos

Design thinking de bicicletários: projetos arquitetônicos de ambientes para receber o cliclista;

Produção de paraciclos;

Produção de parklets;

Serviço de Bike Vallet e Estacionamento de Bicicletas para eventos;

Consultoria em mobilidade sustentável;

Mídia OOH em bicicletários;

Almanaque

  • O cafezinho passado no coador e servido aos clientes na xícara escaldada fez história desde os primeiros dias do escritório. O coador de pano se foi, mas café ainda é coisa séria no Prolik!
  • Ousadia e criatividade estão no nosso DNA. A carteira de assistência jurídica e contábil criada em 1951 foi uma inovação. Os contratos de assistência com pagamento mensal até hoje garantem atendimento integral ao cliente.
  • A primeira sede ocupava as modestas, mas funcionais, salas do edifício Azulay, sobre a então famosa Farmácia Colombo, na rua XV de Novembro.
  • Em 1970, a equipe mudou para um andar inteiro, de vão aberto, num edifício de linhas modernas, localizado da Avenida Marechal Deodoro. O Nerina Caillet era o novo endereço dos negócios em Curitiba.
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    Crônica da memória

    O historiador Marcelo Saldanha Sutil desdobra o tempo do Prolik. Segue a linha das lembranças, borda cenas, episódios e sentimentos. É uma viagem imperdível. Leia o texto completo




    Frases

    “Eu acredito que o nosso escritório é uma espécie de escola, onde além do conhecimento técnico procura-se difundir o entendimento maior na vida, no aspecto social de continuidade e comunhão de interesses, de convivência, de sensibilidade, eliminando tanto quanto possível estrelismos e individualidades”. Augusto Prolik, fundador, em 1996, na comemoração do cinquentenário



    “Audilex – Advogados e Contadores. Uma boa simbiose: com os advogados, a palavra; com os contadores, os números. Com a primeira estabelecemos uma relação de qualidade e com a segunda uma relação de quantidades.” Renê Dotti, advogado, referindo-se a uma das fases do Prolik, nos anos 50

    • “A gente fica muito feliz de ver realizado o sonho da vida dele. Eles continuaram com o mesmo nome, levando o escritório com amizade. Era o que ele mais queria. Começou a trabalhar muito cedo e sempre foi tão alegre, gostava tanto de celebrar. A mãe o chamava de Zé Festeiro. Certamente está muito satisfeito, muito feliz de ver essa festa.” Heloína Prolik, viúva de Augusto Prolik, fundador de Prolik Advogados


    Notícias

    Anos 40 - Cine Odeon

    Assim que terminou a Segunda Guerra, muitos movimentos de reconstrução se estabeleceram rapidamente. Nas artes, vieram as vanguardas, na clara intenção de desfazer as impressões do horror. Era também a gênese da colaboração. A ONU passava a ligar uma porção de países, e o "andar junto" se mostrava um tipo de proteção. Nesse viés, na economia, um novo tipo de ordem e de entendimento formava-se na figura dos bancos mundiais de fomento. As pessoas queriam voltar à vida, e foi o que fizeram.

    Em Curitiba, o rádio era a ideia da integração. Durante o programa Repórter Esso, em 1945, tocou: "Terminou a guerra, terminou a guerra, terminou a guerra!". Era hora de seguir em frente, deixar a luz entrar. Por isso, quem sabe, a década de 40 tenha deixado na memória da cidade o Cine Curitiba e o Cine Odeon.



    Terminou a guerra, terminou!

    Nessa época, pelo empenho e visão de homens como Augusto Prolik, surgia a vontade de colaboração, iluminação e progresso: o fundamento de Prolik Advogados. Foi o começo de um projeto grandioso, porque o conhecimento é sempre grandioso. O empreendimento foi além da superação do passado e ajudou muitos outros visionários a entederam como seria o futuro.

    Logo Prolik 70 anos

    Os anos 50 foram dourados em Curitiba e também para Johnny B. Goode. A letra da música de Chuck Berry contava sobre um caipira que seria visto por muita gente, que teria seu nome escrito em letreiros luminosos. Johnny era como um tipo de Curitiba. A cidade começava a ultrapassar a fase conturbada do passado recente, e se erguiam prédios, imaginem, maiores que os oito andares do Edifício Garcez.


    As brasileiras viam o fim da escassez dos produtos de beleza, ao passo que as ruas se enchiam de charmosas mulheres contemporâneas de Marilyn Monroe e Brigitte Bardot. Não raro, a capital do país naquela época, a cidade do Rio de Janeiro, era o destino dos casais novatos para a lua de mel. Mas esse charme todo tinha uma graça rebelde, porque nada haveria de superar o rock-and-roll da juventude.


    Diz-se que a arquitetura moderna do Palácio Iguaçu foi um elemento de inspiração para Brasília. E foi por essa época que o país ouviu dizer de “50 anos em 5”. Era a proposta do presidente Juscelino, no ano em que Prolik Advogados completava a primeira década de trabalho.


    Somente nas perspectivas mais ousadas de futuro se encenariam a TV em cores e o desprendimento natural marcante dos anos 60. Os Estados Unidos demonstravam um certo aborrecimento com o contexto cultural e consumista que delineavam o sonho americano. Não à toa, houve quem entendesse bulhufas do Woodstock. Aliás, “bulhufas” é uma gíria bem dessa década, junto a “cara”, “papo firme” ou “prafrentex”.

    Já aqui, em terras brasileiras, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa apresentavam um especial memorável na antiga Record: Jovem Guarda. Foi um movimento posterior a igualmente memoráveis festivais musicais brasileiros com forte apelo intelectual e político – para lembrar o Clube da Esquina de Milton Nascimento e os irmãos Borges, por exemplo. O Brasil ganhava Hollywood, e quem há de esquecer da “Garota de Ipanema”.

    Nas terras das araucárias, imagens aéreas desse período celebram a permanência e o poder da Universidade Federal plantada na Praça Santos Andrade. Na medida em que os canais de TV aderiam às novas tecnologias, conhecidos assuntos figuravam nas telas, entre eles o carnaval de rua – que consolidou uma linguagem para as transmissões ao vivo. Tinha passado a segunda década de Prolik Advogados, e a reinvenção das cidades e das comunicações inspirava a prática jurídica do escritório.







    Imagens: Facebook.com/Antigamente em Curitiba


    Ao redor do mundo, no começo dos anos 70, a economia e as políticas do pós-guerra trouxeram alguma dor de cabeça. As cidades tinham encontrado o caminho do desenvolvimento na tecnologia, mas logo vieram os efeitos colaterais. Uma profunda crise de abastecimento, preço e modelo se mantinha por influência da Organização dos Países Exportadores de Petróleo. Terminava a Segunda Guerra do Vietnam, na mesma década em que Nixon comandava os EUA, e a União soviética tinha um exército poderoso. O mundo estava realmente difícil, e não era o momento de parar.

    Na clara vocação para chamar à mudança, as artes davam novos ares aos brasileiros. Por aqui se assistiam às telenovelas. Por nós passaram "irmãos coragem", "Meu pé de laranja lima", "Anjo mau" ou "Éramos seis". No modernismo que reinventava os museus, Andy Warhol transformava latas de comida em obra verdadeira.

    Uma conversa que circula entre os antigos é que, nessa época, o inverno em Curitiba começava em março. Foi também nessa década que a cidade deu ao país o primeiro calçadão, a Rua XV de Novembro. Sempre perto da vivacidade da inovadora cidade, Prolik Advogados é vizinho desse calçadão há muitos anos.

    Imagens: Facebook.com/Antigamente em Curitiba

    Anos 80 - Prolik

    Em Curitiba o comício de lançamento da campanha “diretas já”, reúne 60 mil pessoas. Foi um momento de comoção nacional. Nenhum episódio há de ser mais relevante para a política nacional na década de 80 que as eleições de 89. “Brasil, o país do futuro” é um tipo de mantra repetido entre os pensadores desde aquela época.

    O que a gente tinha mesmo era bom humor – sem o qual não dá para tocar o barco. As músicas pop que faziam sucesso eram de um tipo infantil interpretado por adultos. O videoclipe se consolidava para deixar gravado na memória do mundo o quanto os anos 80 foram culturalmente caóticos e – repetimos – muito divertidos.

    Anos 80 - Prolik

    A vida da cidade tinha pelo menos um Chevette, um Fusca e um Fiat 147. E quem precisava tirar uma foto três por quatro ia ao Foto Oliveira, ali no Passeio Público. Que cidade charmosa aquela de Prolik Advogados há 30 anos.

    Logo Prolik 70 anos
    Anos 80 - Prolik

    Tinha definitivamente chegado a computação. Data de 90 que os curitibaninhos passassem a pedir computadores em vez de videogames. O mundo tinha se transformado rapidamente. E se as crianças entendiam o computador como uma forma de se comunicar, que dirá as organizações comprometidas com os avanços de cada etapa.

    Scanners, servidores, acessos remotos. Prolik Advogados e a especial atenção à tecnologia na década de 90. Foram muitas possibilidades para mudanças nos processos internos e nas relações com os clientes.

    Era possível falar ao telefone enquanto se andava na rua – ou ainda receber uma mensagem de texto. Celular e pager. Se alguém nos contasse que esses dois e o próprio computador virariam uma coisa só, portátil, quem acreditaria? O mundo parecia ter saído de um filme de ficção científica.

    O extensivo estudo do DNA permitiu a clonagem da ovelha Dolly. Começava a construção da Estação Espacial Internacional. Mirc, ICQ, Messenger. A gente tinha virado um outro tipo de gente, que conseguia ficar próximo das pessoas queridas.

    Anos 80 - Prolik

    Nesta década, Prolik Advogados comemorava meio século de trabalho. Foram bodas muito especiais, porque marcavam a perene presença do escritório em grandes empreendimentos.

    Logo Prolik 70 anos
    Anos 80 - Prolik

    O Ano Novo que cruzou 1999 foi na sala de operações de uma companhia de infotele-comunicações para muito empresários. O bug do milênio prometeu um colapso jamais visto nos sistemas de informação do planeta. Bancos e operadores da economia fizeram incontáveis previsões para o desastre, mas o que aconteceu? Abriram-se espumantes nas salas de conferência e os executivos partiram para encontrar suas famílias. O caso é real, nas instalações da Embratel.

    Tinha tanto de curioso sobre os anos 2000, tantas profecias, tantas intenções, mas a gente viu uma retrospectiva da vida humana: guerras, crises políticas e sociais. O atentado de 11 de setembro nos Estados Unidos levou todo o mundo a refletir sobre os caminhos a seguir. Da poeira dos escombros saíram histórias de perdão e paz. “A vida tinha misteriosamente passado na tormenta”, como escreveu Vinícius de Moraes em sua poesia.

    Anos 2000 - Prolik

    Não era a primeira vez que precisaríamos nos reinventar – que seria necessário ensinar a nossos filhos o quanto a vida sempre vence, desde os tempos cósmicos em que pairamos sobre os pequenos meteoros iluminados a vagar no Universo. A vida venceu mais uma vez e seguimos a jornada do conhecimento, porque o conhecimento é sempre grandioso.

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